quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Cruelty Free - Hean

A Marca Hean é conhecida pelos cosméticos e Skin Care.

No site da marca aqui é explicito que 

Our products are not tested on animals.  


Numa tentativa de ter uma maior consciência dos produtos que usamos e o processo todos que eles passam até chegar as nossas casas, não custa nada uma rápida pesquisa no site da marca, ou no site da PETA.

Atenção que muitas marcas nao testam em animais, mas, salvaguardam que o podem fazer para cumprir os requisitos e legislações locais. Por exemplo, todos os cosméticos vendidos na China têm obrigatoriamente de ser testados em animais... 

Desperdício Zero - Desodorizante

Na minha busca por ser mais "eco-friendly" e também mais saudável comecei por olhar para os produtos que tinha na minha casa de banho...

O desodorizante...
Actualmente existem no mercado algumas opções mais sustentáveis e saudáveis, em vez do tradicionar desodorizante.

O desodorizante em spray é inimigo do ambiente. Os anti-transpirantes, que são eficazes no seu papel, contêm alumínio (componente que é maléfico para a saúde).

Então... quais as alternativas?

Pesquisei e vi que já existem receitas para desodorizantes caseiros... Confesso que não sou muito adepta desses métodos mais caseiros por duas razões: primeiro falta de tempo para comprar todos os ingredientes, segundo a preguiça... (sim... esse pecado!)

Assim encontrei uma aparente solução. A pedra de alumen!
Dizem que dura muitos meses. Que evita o mau odor, mas permite a transpiração (que é um processo natural do nosso corpo). Vem da natureza, já que é uma pedra e não tem contra-indicações.



Ora vamos lá testar esta coisa...


A utilização é simples. Deve molhar-se a pedra e aplicar como um desodorizante normal.
O que está escrito é que dura sensivelmente 12 horas. 
A pedra de alumen vende-se em lojas de produtos naturais e até alguns supermercados.
Foi fácil encontrar uma! Achei o preço um pouco elevado (comparado com um desodorizante vulgar), mas relativamente acessível. 

Comprei a minha pedra e comecei a testar.
O que notei?
- É eficaz contra mau cheiro, mas a transpiração não é bloqueada (não me importo).
- Dura efetivamente muitooooo (tenho-a a muitos meses!)
- Não tem perfumes ou odores, por isso, não temos a sensação de "cheirar bem"... mas, como não cheiramos mal não me faz confusão!
- ao fim de dois meses notei que comecei novamente a ter algum cheiro a suor
 
Passsaram-se vários meses, e deixei quase por completo de usar desodorizantes "normais", noto que... a minha transpiração deixou de ter um cheiro tão intenso, e passou  a ter um cheiro normal! completamente aceitável,e por isso estou totalmente satisfeita com o produto! :)
 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Será medo... ou Ansiedade?

Enquanto navegava pelo You Tube descubro um vídeo sobre Ansiedade. ... Ansiedade, eu lá tenho essas coisas... Pensei eu,
Errada. Completamente errada... Afinal sim, eu tenho ansiedade, apesar de este último ano ter conseguido equilibrar bastante a coisa.

E como assim tenho ansiedade?
Em mim, tudo o que fuja a uma rotina é sinónimo de um nervoso miudinho... o passar noites sem dormir. Sentir o coração a disparar, a barriga e tremer e uma sensação parecida à de "devo estar a sonhar".

E percebi cedo que estes sentimentos não eram normais. Em pequena, andava na escola primária e toda a minha turma foi à Madeira. Eu não fui. E não por questões monetárias, ou familiares... Não fui porque não quiz. Porque assim que ouvi a minha professora dizer que íamos à Madeira desatei num pranto e rezei a todos os anjinhos para não ir na viagem. Medo de andar de avião? o estar longe? Não sei... toda a ideia de viajar com os meus colegas durante 1 semana me fez imensa confusão. Percebo hoje que é normal ter medo... Mas não é normal deixarmo-nos ser dominados pelo medo.
Não fui à tal viagem. Não senti até hoje nenhum remorso nisso. O facto de saber que não iria foi na altura um alívio... saiu-me um peso de cima. Fui gozada pela turma... fui gozada pela própria professora (é triste mas é verdade). Chorei muito... (na altura chorava por tudo e por nada, e este era mais um motivo). Mas passou!

A escola continuou... Novos professores, novos alunos. Visitas de estudo... sempre um drama. Não sei como mas uma visita de estudo era um drama para mim, sempre foi. Se o programa fosse vir a Lisboa e voltar numa manhã, até aceitava (morava às portas de Lisboa). Se o programa fosse ter uma viagem de 100km a resposta era automática "Não vou".

Lembro-me no 9º ano quando todas as turmas fazem programas para viagens de finalistas eu pensar... "por favor não se lembrem de inventar uma viagem". Felizmente nesse ano a minha turma que era pouco unica não se lembrou dessa, e foi menos uma desculpa que tive que inventar na vida.

Secundário o caso mudou de figura... Não sei o que aconteceu. Sei que mudei de escola e de turma. TODA a minha turma era diferente, não conhecia absolutamente ninguém!
Chorei semanas a fio porque me sentia perdida... Em casa diziam-me que a vida era sim, e que ia ter que aprender a lidar com muitas pessoas diferentes ao longo da minha vida.
Alguns meses se passaram e no final do 11º ano a minha turma percebeu que muitos iriam ficar pelo caminho naquele ano... e decidiram assim fazer uma "viagem de finalistas" antecipada. Não fui... para variar. Mas... pela primeira vez arrependi-me! Ouvi no ano seguinte as histórias, as partidas, as bebedeiras e tanta coisa mais... Eu... perdi tudo.... Eu não vi nem vivi nada...
12º ano e novamente nova viagem marcada... Empolgada decidi que iria! era o meu último ano naquela que foi a melhor turma que alguma vez tive. Desta vez não tive autorização lá de casa... Não fui mais uma vez, mas contra vontade.

Faculdade, trabalho... amigos... Aprendi a não ir, não arriscar, não viajar. Sempre que havia um jantar, uma viagem, um programa fora da rotina sentia o corpo tremer... uma vontade de me enfiar num buraco grande e dizer... "Nãoooo!" Quanto mais evitava aceitar convites que fugissem da rotina, mais me sentia em pânico quando algo "ameaçava" quebrar essa rotina.

Até que chegámos a 2014: Casei.  Acreditei que esse meu lado estranho de ter medo do desconhecido tivesse passado. Sentia-me confiante, sem medos. Arriscava, saída da rotina.
Em 2017 fui mãe. E em 2018 fiquei desempregada. Arranjei emprego pouco tempo depois e chorei... chorei durante semanas por sentir que não pertencia ali (onde é que eu já vi isto)... Procurei, procurei outra coisa e encontrei uma saída 3 meses depois.
Emprego novo, mais perto de casa, a fazer algo mais interessante para mim.... mas.... horei durante semanas por sentir que não pertencia ali (outra vez). Desta vez o marido a dar-me conselhos... Que tudo o que eu sentia era normal por estar a adaptar-me, mas que tinha que ser mais positiva.. ou ia dar cabo de mim... Demorou... muito.... Em Dezembro descubro que existe Jantar de Natal da Empresa (um drama para mim... que sempre que podia evitava ir)... Disse ao marido "eu não vou. não podem obrigar-me"... mas... ele "obrigou".... e fez bem... Fui ao jantar, a 100km de distância e dormi fora. Os dias anteriores foram um verdadeiro martírio psicológico... "E se acontece alguma coisa? E se a minha filha chama por mim durante a noite? E se... E se...? E se...?"... Fui... jantar... e dancei até às 4.30 da manhã pela primeira vez em 33 anos de vida. No dia seguinte o mundo continuava igual! Nada mudara. E assim percebi... Que eu posso quebrar a rotina... mas a rotina continua lá, se eu quizer... (Podemos não querer... podemos mudar de rotina... podemos não mudar... a escolha é nossa!)




quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O que me choca na Supper Nanny...



O que me choca no novo programa da TV não é o programa em si, mas sim que a maioria da opinião pública está contra mas no domingo passado o programa atingiu um record de audiências.

Eu pessoalmente quando não gosto... não vejo! E ponto final.
O programa só existe porque há público para o mesmo...

Dicas de Poupança - Alimentação durante a semana

Acho que desde pequena que sou (ou tento ser) bastante poupada. Mas para alguns isto das Poupanças ainda é um Tabu! Deixar de viver? Não, não se trata disso, apenas de definir prioridades. Prefiro levar o pequeno almoço de casa do que ir comer fora todos os dias? O que ganho com isso?... 


Vamos fazer as contas com valores baixos, fazendo contas a 20 dias úteis por mês:
- pequeno almoço simples com café e uma sandes: 2€ dia = 40€ mês = 480€ ano
- almoçar fora: 6€ dia = 120€ mês = 1.440€ ano
- Beber 3 cafés por dia = 1,80€ dia = 36€ mês = 432€ ano

Ora em suma, só nestes 3 hábitos gastamos um total de 2.352€ por ano!

Agora fazemos reduzir estes custos através de um exercício simples:
- pequeno almoço 1 x por semana: 4€ dia = 16€ mês = 192€ ano
- almoçar fora 2x mês: 12€ dia = 24€ mês = 288€ ano
- Beber 1 café por dia = 60€ dia = 12€ mês = 144€ ano

E assim, tendo em conta que tomaríamos o pequeno-almoço e o almoço fora menos vezes, talvez quizessemos comer algo melhor e mais caro nestas ocasiões! Mas reduzimos o número de vezes que comemos fora, por isso o total por ano 624€... E agora, não acham que compensa?


Eu pessoalmente não bebo café (por questões de saúde e porque honestamente não gosto), contudo não dispenso ir à máquina de snacks uma outra vez por mês. Mas, tento ter sempre bolachas, fruta, sementes e frutos secos na minha secretária de trabalho, para evitar gastos desnecessários!


 

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

O drama das obras

Quando em Outubro comprei uma nova casa não esperava que em finais de Janeiro ainda não estivesse lá a viver.
O problema? Comprei casa usada e como tal tinha achei que precisava de umas melhorias.
Casas de banho azuis e rosas? Painel de azulejos no meio da sala? Nada disso... Tirar tudo e fazer melhor!
E é assim que embarco numa aventura de alguns meses, algumas dores de cabeça mas, na esperança de que o resultado final seja exatamente o que esperava!

Primeiro passo? Depois de comprar casa (final de Outubro), visita da praxe com atenção a todos os detalhes que escaparam nas 3 visitas que fiz antes da compra.

Detecto imediatamente que:
- O teto da casa é mais baixo do que a casa onde actualmente estou (medidas tiradas, 20 cm mais baixo!). Problema: alguns candeeiros que tenho actualmente não vão ficar bem num pé direto tão baixo.

- Os armários da cozinha são mais baixos que o habitual e o fogão fica mais perto dos móveis. Conselho sábio de alguém: trocar fogão convencional por placa de indução. (aproveitamos a promoção da Black Friday e a placa já está comprada e instalada! E ainda ganhámos 4 panelas novas)

- O chão da cozinha é medonho (pelo menos para mim). Problema: mudar o chão da cozinha implica levantar os móveis... Há um risco de se partir azulejos, a pedra de granito (que está impecável). Conclusão: fica para outras núpcias.

- A casa de banho da suite é... assustadoramente AZUL! Chão, paredes... azul...azul... Não... não dá! Casa de banho nova para a Suite é sem dúvida um "must have".

- Casa de banho social é... ENORME! Mas, mal aproveitada, ultrapassada e feia (em tons de rosa). Mais um "must have".

E assim ficou decidido que antes de irmos viver lá para casa as 2 casas de banho teriam que ser reformuladas.
Visitas e mais visitas à casa... Com uma sala de quase 30m2 começo a achar os azulejos frios... olho, estudo... Chão flutuante, a sala tem que ter chão flutuante. E o Hall? o hall faz ligação direta à sala... Tem que ter chão flutuante também!

Acrescenta-se mais chão flutante, pintar paredes, arranjar uma porta cujo trinco está partido, pintar os metais da lareira. Uma e outra coisa...
Obras que só começaram em Janeiro e já foram interrompidas durante uma semana!

Mas há que ver o copo meio cheio... Se as obras tivessem concluídas teria de ter pago tudo. Assim os meses passam e vou amealhando mais algum. Todo o atraso permitiu-me ter flexibilidade financeira e não me sentir com a corda no pescoço!

A grande questão agora que paira na minha cabeça são os candeeiros... Alguém sabe um sítio giro, barato, perto de Lisboa onde se comprem candeeiros?

 E vocês já passaram pelo drama das obras?


Casa de banho social
 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

How many secrets can you keep?
'Cause there's this tune I found that makes me think of you somehow

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Os meus medos



Há mais de 30 anos que convivo diariamente com medos. Há tantos que os supero diariamente. 
Quando entrei para a escola primária chorava todos os dias. Sentia medo... Um medo que é inexplicável, como se temesse que o mundo pudesse acabar de um segundo para o outro. 
Chorava todos os dias, e ainda hoje não sei os motivos. 
Pensei que nunca iria conseguir andar na escola até à Universidade. Pensei que nunca conseguisse ter amigos. Estava errada. 
Enfrentei os meus medos tantas vezes, mas nunca parei. Chorei quando entrei para o secundário e entrei numa turma de desconhecidos. Chorei quando fui para a Faculdade e não me senti um deles. Mas consegui! 
Fui trabalhar e não senti tantos medos, fui acompanhada de um ex colega, de um amigo. E a minha vontade de ser independente financeiramente era muito maior ao medo do desconhecido. 
Voltei a enfrentar fantasmas. Achei sempre que eu não era a pessoa certa para aquela posição. Achei sempre que todos iriam perceber ao fim de 24 horas que eu era a escolha errada.
Fui ficando... Fui sendo elogiada. Ganhei estatuto, ganhei prática. 
Hoje segunda-feira, estou num novo trabalho há 2 meses e meio e sinto aquele medo típico de segunda-feira. 
O medo de achar que não vou conseguir. Aquele medo que me segreda ao ouvido de segundo a segundo "Não vais conseguir". 
Mas eu insisto, persisto. Não posso baixar os braços, não agora, não ainda. 
Começo todas as segundas-feiras a pensar que fantástico seria se o euromilhões me saísse esta semana... Começo a semana com a esperança de me sair o Jackpot e poder finalmente ser aquilo que quero. Não ter que viver com este medo rídiculo todos os dias...

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

às 21 semanas...

Acordo irritada, stressada e cansada... Por mim dormiria mais 1 ou 2 horas... mas tenho que me levantar para ir para o trabalho!
Começa cedo a demanda pela roupa que vou vestir... Os vários pares de calças já não me servem, e para já tenho apenas 3 que vou rodando (sendo que um dos pares está no cesto da roupa suja para lavar!).

Faço a minha higiene, visto-me e penso "hoje não me vou maquilhar", pensamento esse que se evapora rapidamente assim que me olho ao espelho... "não! não posso sair assim de casa!". Base, sombras, lápis, rimel, baton...perfume... pronto, pronto... está melhor, já disfarça estas manchas que me teimam em aparecer no rosto!
Ontem à noite o cansaço era tal que me deitei sem por cremes na barriga... Hoje de manhã constato a triste realidade de ter uma pequena estria no peito... "eu sabia que devia por creme de manhã e à noite! Eu sabia!".

Saio de casa a correr, já passa das 8h30 e eu entro às 9h00... dada o trânsito caótico da manhã vou chegar atrasada, sei que vou.
Mas esperem, faltam os comprimidos... Eutirox e Folifer... E sim, tenho que partir o Folifer em 2 (e às vezes em 4) porque não consigo engolir tamanha monstruosidade em jejum.... num passe de mágica engulo os comprimidos 2 em segundos e agora sim, lá vou eu escada abaixo (mas devagar) para não tropeçar em nenhum degrau e não causar nenhuma desgraça.

São 9h15, já estou no trabalho, sem saber como cheguei a horas decentes, dadas as horas tardias a que saí de casa. Estou aflita para ir ao WC... vou pousar a mala, ligar o PC e corro para o WC. Reparo no espelho que o cabelo apesar do aspecto fantástico que apresenta, está todo despenteado... dou um jeitinho com os dedos...
Vou por os tapperwares no frigorífico, escada acima, escada abaixo. Durante o dia subo e desço mais escadas, que a criança quando nascer deve começar a perguntar-me porque raio nunca andava de elevador!

Sento-me e começo a trabalhar antes das 10h00, não tarda para que comece a sentir um apertozinho de leve, e me lembre "ainda não comi nada hoje". É hora de comer o meu pão matinal, sentada à secretária, enquando vou trabalhando...
Abro os e-mails pessoais, dou uma vista de olhos rápida ao Facebook. Fecho tudo e começo o dia de trabalho. A meio da manhã lembro-me que ainda não bebi água nenhuma (excepto o copo de água com que tomei os comprimidos pela manhã). Faço um esforço para me obrigar a beber água, mas sede é zero...

Faço uma pausa para comer um snack a meio da manhã, mas sem nunca levantar o rabo da cadeira... e quando olho para o relógio já são horas de almoçar.

2ª guerra do dia, chegar cedo para arranjar um lugar à mesa... às cinco menos uma apresso-me escada abaixo para garantir o meu lugar.

30 minutos depois e estou de partida para o Centro Comercial mais próximo... só para sair daqui, só para apanhar ar, andar, desanuviar.
Regresso às 14 horas. E a tarde repete o ritmo da manhã, mas custa... se custa... Acho que ela não gosta dos finais de tarde, com a quantidade de pontapés que me começa a dar às 5 da tarde (e só pára quando me levanto para ir para casa!).

Chego a casa depois das 19h30, está frio, estou cansada... subo quatro andares, vou para o banho, preparo o almoço do dia seguinte, e como qualquer coisa... São nove e tal da noite quando me sento um pouco no sofá... estou cansada, dói-me as costas, o corpo pede cama, e ela também...
Deito-me entre as 22h30 e as 23horas... Derriada, sem paciência para nada. Desejo apenas dormir a noite toda sem precalços...
Uma da manhã acordo, estou cheia de calor, tiro algumas peças de roupa, bebo água, vou ao WC.
Três da manhã acordo, tive 2 ou 3 pesadelos, estou agitada, o coração aos saltos... Não ouço carros na estrada... Quero dormir!!!
Quatro, cinco da manhã... Acordo, não sinto desconforto nenhum, acordo porque sim... ela está a mexer... será disso?
Toca o despertador... o P. acorda-me com beijinhos, e eu só quero dormir... :(

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Pensamentos


Às vezes dou por mim a viajar mentalmente e penso... "Podia escrever isto!" Mas constato que a velocidade dos meus pensamentos é muito superior à minha rapidez de escrita (seja ela manual ou digital). E lembrei-me... Será que já inventaram um pequeno dispositivo que de um modo quase mágico permitisse transcrever todos os nossos pensamentos? Seria fantástico não acham?

Claro, tal aparelhómetro não estaria sempre a "gravar" pensamentos. Teríamos que accionar a opção "começar a gravar" para que tal acontecesse...
E depois era passar esse pensamento para um blog, um documento de word, ou um qualquer dispositivo digital... Seria magnífico?

Imaginem se fosse possível seguir esta mesma dinâmica em relação ao controlo do telemóvel?  Seria fantástico, enquanto temos as mãos ocupadas poder telefonar, enviar sms só através do pensamento...

Sim... hormonas de grávida dão-me ideias fantásticas!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Não é uma questão de tempo

Perguntaram-me se não ia depressa demais...
Conhecer alguém, namorar, comprar casa, casar, ter filhos... foram 3 anos desde que assumimos a relação. Perguntaram-me se não ia depressa demais...

E eu pergunto... Há tempo estipulado para a felicidade? Não olho para os meses, anos que passaram. Olho para o futuro, para tudo o que quero fazer com ele, ao lado dele. Quero fazer tudo, ou tentar fazer tudo. Não quero olhar para trás e sentir que não vivi. Isso sim... é não aproveitar o tempo...

Disseram-me hoje "não perdes tempo", com ar de desdém, como quem acha que ando depressa de mais.
A essas pessoas... preocupem-se com a vida delas enquanto eu vou vivendo a minha!


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Pêssego...

Dizem que um bebé com 14 semanas tem o tamanho de um pêssego.
Não sei hoje o tamanho que a minha "ervilha" tem, mas com 14 semanas é já uma ervilha bastante grandinha! (uns 7/8 cm ?)

Pois é, é oficial, estou à espera de um rebento para alturas de Julho.
Até agora tem sido tudo tranquilo. Leves, levíssimos enjôos nos dois primeiros meses. Sono, muito sono, nas primeiras semanas... E de resto... nada a apontar!
As duas ecografias que fiz correram super bem e sem precalços, e descobri que tenho um rebento tímido que não quis revelar ainda se é menino ou menina!

2016 começa assim com uma certeza de que tudo será diferente (e certamente melhor) este ano!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A culpa é delas...

Acho piada quando uma mulher que está com mal humor diz que "a culpa é das hormonas". Sempre achei essa desculpa um tanto ridícula e quase uma maneira de "eu posso dizer o que quero, ser antipática, rígida e mal encarada. depois é só culpar as hormonas".

Durante anos não soube bem o que era isso das "hormonas"... O meu estado de espírito alterava consoante factores externos, e raramente estava de mau humor ou mais irritada "sem saber bem porquê". Sempre soube ler muito bem os meus sentimentos e as minhas emoções. Isto tudo numa altura em que ainda andava na escola, em que ainda me deixava ir nas ondas depressivas, mas nunca culpei as hormonas por isso.

Nesses anos, o único sinal de vida que as hormonas davam eram o belo do acne. Anos e anos de acne que só passou depois de 2 tratamentos com via a medicamentos (o tão "fantástico" Ruacutanne").

Hoje em dia dou por mim a acordar a meio da noite, a ficar irritada com um espirro alheio, com o não ter simplesmente paciência para conversas de café que não interessam nem ao menino Jesus... Hormonas? Vá... talvez sejam hormonas, eu acredito que seja da idade. Não tempo paciência... simplesmente deixei de ter. Estou mais exigente com os outros, deixei de aceitar tudo e todos só porque sim. Lembro-me que antes não me importava se falavam mal de mim ou não. Hoje não me importo, mas detesto que me tentem "queimar" no trabalho, dizendo mentiras como se fossem verdades. Se há coisa que não suporto, e nunca suportei são mentiras. E para mim, um mentiroso de uma vez, será sempre um mentiroso que não merece um décimo do meu respeito.
 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

uma ervilha!

O mundo é mesmo uma ervilha... Há dias em que me assusto com as coincidências que a vida me apresenta. Desde pequena que é assim. E é assustador pensar que tudo está relacionado (de uma maneira ou outra).
Números, locais, pessoas... tudo se conecta de uma maneira tão perfeita que me assusta.
Numa nova fase da minha vida, tento focar-me nas coincidências positivas, como no facto de numa noite estar a baralhar o meu Tarot e ter pedido ao P. para tirar uma carta qualquer. A carta foi "O Imperador". Revelado o significado, ele esboçou um sorriso e disse "faz sentido". Depois repeti eu o passo, e a carta para mim foi "A Imperatriz". Apenas uma coincidência feliz!



terça-feira, 3 de novembro de 2015

Não partilho!

Não consigo perceber aquelas pessoas que dizem ter uma relação aberta. O que é isso de uma relação aberta? Se assim o é, não é uma relação... Uma relação implica compromisso, respeito, fidelidade, cedência... etc!
Uma relação entre duas pessoas não inclui mentiras, traições, enganos. Mas sim honestidade, amizade, companheirismo.

É assim tão difícil?
Se o é, para algumas pessoas, então não entrem em relações. Vivam a vida simplesmente, sem terem obrigações com outra pessoa.
Juro que não percebo quando ouço falar em poligamía, troca de casais e afins! O que é meu é meu. E eu só quero um, aquele, e não quero mais ninguém... Nem que ele ande a piscar o olho a outras...

Serei assim tão ultrapassada? 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Ora bolas para os bolos...

Bolos, bolos, bolos...
Apetecem-me bolos... daqueles fofinhos, doces (mas sem exagero)...
E depois sei lá como dou de caras com uma receita chamada "Bolo Anjo" (vejam aqui) ahhhhh!!!! :P

Já sei o que vou fazer no próximo fim-de-semana... além do meu aniversário, acho que vou fazer um bolo destes... 12 claras de ovos é obra... aiii mas deve ser tãoooo bommm!


(não, isto não são desejos, são devaneios apenas)

Mas vejam a foto... e claro, visitem o blog do Rui! fiquei com vontade de fazer muitas receitas de lá! :D http://fazecome.blogs.sapo.pt